Título original: The Housemaid
Ano produção: 2025
Dirigido por: Paul Feig
Duração: 131 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Drama, Thriller





Ano produção: 2025
Dirigido por: Paul Feig
Duração: 131 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Drama, Thriller
Sinopse: Millie (Sydney Sweeney), uma jovem em dificuldades, vê na chance de trabalhar como empregada doméstica para Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar) a oportunidade de recomeçar. Mas logo descobre que os segredos daquela família são muito mais perigosos do que os seus.
Minha opinião: Dando continuidade à minha jornada com essa história, após a decepção com o material original, decidi conferir a adaptação de A Empregada para ver se a transição para as telas corrigiria os problemas que apontei na resenha do livro. Se no papel a narrativa não me convenceu a ponto de querer o livro físico, no cinema a experiência mudou de figura: o filme funcionou muito melhor para mim do que o livro, entregando um ritmo que a voz do audiobook não alcançou.
Nesta versão visual, as protagonistas femininas ganharam um pouco mais de fôlego. Embora eu continue achando que ambas possuem atitudes fracas e bobinhas em diversos momentos mantendo aquela passividade que me incomodou na escrita da Freida McFadden a atuação e a direção conseguiram dar uma camada de humanidade que faltava. Elas deixaram de ser apenas "peças de um tabuleiro" para se tornarem figuras mais palatáveis, fazendo com que eu me envolvesse um pouco mais com os seus dilemas, mesmo que a construção das personagens ainda deixe a desejar em termos de força e inteligência.
Entretanto, há um ponto onde o livro ainda leva a melhor: o desfecho. Embora eu tenha até que gostado da versão apresentada na tela, o final da história no livro me pareceu mais impactante e bem amarrado. A adaptação tomou caminhos que, apesar de funcionarem para o entretenimento rápido do filme, perderam parte daquela "mordida" que o encerramento original possuía. No fim das contas, o filme vence no desenvolvimento, mas o livro ainda guarda a melhor conclusão.
Para fechar, se você, assim como eu, não curtiu muito o livro e sentiu falta de algo que a escrita da autora não entregou, recomendo dar uma chance ao filme. A adaptação consegue compensar os pontos fracos do material original e entrega um dinamismo que torna a história muito mais envolvente. O resultado ficou tão positivo que, surpreendentemente, me deixou com uma curiosidade genuína de acompanhar a sequência para ver como irão desenvolver os próximos passos dessa trama.
Selo de Leitura:











