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sábado, 10 de janeiro de 2026

O que eu achei de: Como Treinar o seu Dragão {Live-Action}

Título: How to Train Your Dragon (Original)
Ano produção: 2025
Dirigido por: Dean DeBlois
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos
Gênero: Aventura, Comédia, Drama, Família, Fantasia.

Sinopse: Soluço é um jovem viking que não tem capacidade para lutar contra os dragões, como é a tradição local. Sua vida muda quando ele ajuda um dragão que lhe mostra toda a verdade. Juntos, eles tentam provar que dragões e humanos podem ser amigos.

Minha opinião: Como fã que devorou os livros, maratonou as séries e conhece cada detalhe dos filmes, assistir ao live-action de Como Treinar o Seu Dragão (2025) foi um ato de devoção. Eu não assisti apenas por curiosidade; assisti porque amo esse universo e seus personagens, independentemente de ser uma história rotulada como infanto-juvenil. O filme é, tecnicamente, muito bom: é emocionante rever o primeiro encontro de Soluço e Banguela com o realismo que a tecnologia atual permite.

Porém, mesmo com todo o meu amor pela franquia, é impossível ignorar o elefante na sala. A sensação não é de nostalgia já que a animação original ainda é muito recente e perfeita, mas de uma repetição desnecessária. Tirei meia estrela justamente por isso: a indústria, seguindo a fórmula exaustiva que a Disney popularizou com seus remakes, parece ter medo de arriscar.

O filme entrega tudo o que um fã espera em termos de fidelidade, mas me deixou com um sentimento conflitante. Por mais que eu adore revisitar Berk, estou cansada de ver sucessos sendo regravados enquanto tantas histórias novas e incríveis aguardam uma chance. Eu fui ao cinema pelo meu carinho pela saga, mas saí dele com uma sede enorme do novo.

Veredito: O filme é excelente para quem, como eu, ama esse universo, mas serve como um alerta: já sabemos que essas histórias são boas, agora queremos que o cinema tenha a coragem de criar os clássicos de amanhã, em vez de apenas repintar os de ontem.

Selo de Leitura:

domingo, 25 de maio de 2025

O que eu achei de: Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo {Live-Action}

Ano produção:
2023
Dirigido por: Tomasz Baginski
Duração: 104 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Sinopse: Seiya, um jovem que não sabe que seu corpo tem o poder do "Cosmo", procura a sua irmã perdida Seika e vive o dia a dia nas artes marciais clandestinas. Um dia, ao manifestar este "Cosmo", é atacado por um grupo misterioso que estava buscando o dono de um forte "Cosmo" e a vida de uma jovem chamada Saori.

Nascido sob a estrela de Pégaso, a missão de Seiya é proteger Saori, a reencarnação de Atena, a deusa da Guerra e Sabedoria, e salvar o mundo. Quando ele percebe o seu poder oculto, ele se torna um "Cavaleiro" para salvar este mundo.

Minha Opinião: Cavaleiros do zodíaco é um dos animes, histórias que marcarão minha infância e claro que sempre que sai um remake, um filme novo, anime estou assistindo, pois amo essa história.

Assim que vi o trailer e vi que "Mackenyu Arata" estaria no filme a vontade de assistir foi maior ainda, contudo nem a presença do ator consegui gostar do filme, pelo contrario achei muito ruim, não consegui me prender a história deixou muito a desejar.

Depois de assistir a esse Live-Action o que se fixa mais ainda para mim e acredito que para muitos é que Hollywood precisa parar para ontem de tentar fazer filmes de histórias asiáticas, no caso os animes, pois até agora todo o filme que eles tentaram fazer foi triste, foi terrível e com o perdão da palavras foi uma bosta.

Os Cavaleiros do Zodíaco é mais um exemplo de que Hollywood atualmente não sabe lidar com filmes que tenham algum tipo de fantasia, e como disse adaptações de anime e mangá, pois eles acabam estragando e muito é só lembrar do que fizeram com "Dragon Ball" que vocês vão entender o que estou falando.



A atuação do de Seiya, Ikki e Vander você até releva, mas o resto pelo amor de deus. A atuação de alguns atores mediana ou péssima como no caso da atris que fez a Saori, nossa achei muito ruim, sem emoção, não conseguiu passar nem um porcento do que o personagem é. Outro ponto é a caracterização que está bem ruinzinha deixando muito a desejar. Como exemplo é só você prestar atenção na luta de Seiya e Ikki é um exemplo perfeito disso, pois além dos dois usarem armaduras da mesma cor, o que não difere quem é quem nem suas cores marcantes é contemplada, esse ponto por mais bobo que seja dificulta saber quem é quem, além de entender o que os diferencia. Num todo o filme parece um amontoado de ideias soltas que não se conectam.

Contudo o filme tenta trazer um suposto realismo, e com isso apresentar o universo do filme para quem não conehce a história, como o nome disse é um começo. contudo é um inicio muito mal feito, muito mal escrito, eles tentam remeter ao material original mas acabam falhando muito.

Por fim o que resta dizer é que "Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo" não é um bom Live-Action e deixou muito a desejar, contudo se você é curioso como eu assista para matar a sua curiosidade.

Quantos corações mereceu:

sábado, 8 de março de 2025

O que eu achei de: Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo {Live-Action}

Ano produção:
2024
Dirigido por: Eli Roth
Duração: 102 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero: Ação, Aventura, Ficção Científica

Sinopse: Em BORDERLANDS, Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.

Minha Opinião: Adoro os jogos, Não joguei o primeiro da franquia, mas os outros eu joguei e estou a espera do quarto. Então como uma jogadora e alguém que gosta muito da história e personagens minha ansiedade desde que foi anunciado até sair o primeiro trailer foi enorme. Estava ansiosa, empolgada e maluquinha para ver, consegui até viajar para outra cidade, isso por causa da bilheteria que foi fraca o que me entristeceu muito, consegui assistir a ele quando entrou no catalogo da prime.

Borderlands é uma franquia de histórias para maiores de idade, pois ela é bem violenta, sanguinolenta e louca, doida, engraçada e pelo fato dela ser assim o pessoal que vez o filme tirou a "violência" para alcançar o publico menor de idade e acho que é ai o ponto que fez com que os fãs da franquia torcessem o nariz.

Contudo a meu ver Borderlands foi uma das melhores adaptações, pois você fazer um "live action" de um anime, de um jogo nunca é fácil, pois você conseguir expressão não só os momentos, mas a características dos personagens não é fácil, quanto filme e série que vemos os personagens sem noção com o das animações, mas aqui não acontece isso os personagens, o figurino a maquiagem pra mim estão tão perfeitos que parece que estou jogando, achei a caracterização um dos pontos fortes do filme junto com a atuação que pra mim estava muito boa também.


"Cate Blanchett" como Lilith ficou perfeita, que mulher linda e que caracterização foda, achei ela perfeita demais. Adorei ver a Tiny Tina interpretada por "Ariana Greenblatt", adorei também "Kevin Hart" como Roland e que foi Claptrap sendo interpretado(dublado) por "Jack Black" perfeito. ah vou me conter, pois como comentei eu amei a caracterização, ficou foda pra cacete.

A história é maluca, os personagens mais ainda, mas é impossível você não curtir cada um deles, suas loucuras, suas histórias, a trama de Borderlands me encanta, pois é um "No sense" que no final faz sentido em partes.

Não entendo a nota baixa, não entendo porque os fãs reclamaram tanto e não entendo porque outros públicos não gostaram. ENFIM gosto é gosto não é, pois nem sempre o que amamos outros vão amar. Preciso comentar que minha irmã que não tinha noção da história, nunca jogou, nunca viu nada sobre Borderlands amou o filme e como eu gostaria de uma continuação.

Fico triste pela nota e comentários e mais triste porque eu amaria ver a continuação dos filmes na telonas. Uma coisa que as pessoas que resolvem trazer para vida essas franquias é não pensar só no dinheiro, na bilheteria, pois se eles tiverem deixado Borderlands maluco, com sangue, tripas e muita violência como e na história tenho certeza que a bilheteria e a aprovação seria diferente.


Vou relembrar o que escrevi quando comentei sobre outra adaptação de jogos: Vocês estão adaptando algo que a uma grande maioria massiva gosta pelo menos tente fazer o máximo possível de condizente com a história, o fracasso começa quando querem mudar o que já existe e já esta canonizado (lembrando que quando "fixo" pode significar algo que não se altera ou que é imutável).

Quantos corações mereceu:


 Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo com toda certeza merece o selo:

sábado, 20 de agosto de 2022

O que eu achei de: Fullmetal Alchemist 3 {Live-Action}

Ano produção: 2022
Dirigido por: Fumihiko Sori
Duração: 143 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos

Sinopse: À medida que uma conspiração sombria começa a se desenrolar, os irmãos Eric precisarão de toda a ajuda que puderem para deter as forças do mal e encerrar sua longa e ampla jornada. Segunda parte da última adaptação live-action de ''Fullmetal Alchemist'', baseado no mangá homónimo de Arakawa Hiromu.

Minha Opinião: Terceiro e último filme da trilogia de Fullmetal Alchemist, não é o meu favorito dos três, mas foi divertido assistir.

Fullmetal tem uma história cheia de detalhes, muito rica, sentimental, então era de esperar que três filmes não dessem conta, contudo ele se torna interessante para chamar atenção para o anime, para o mangá.

Acredito que não só comigo, mas toda notícia de adaptação de jogo, livro ou hq vem com uma esperança misturada com medo, pois cada um criamos nossa expectativa além de cada um termos uma imagem diferente do que lemos, agora quando se trata de adaptação de jogos e animes em que as características estão ali fica mais dificil agradar, pois os fãs mais fervorosos vão querer uma adaptação fiel o que nem sempre acontece, pois adaptar uma série animada, um mangá para um Live-Action nunca é a perfeição suprema, pois é complicado você alcançar com atores aquilo que se consegue com a animação.

Tendo explicado isso acredito que o motivo de Fullmetal Alchemist não ter agradado tanto assim seja por esse motivo, pois adaptação um desenho anime em filme com pessoas não é fácil mesmo com a tecnologia avançando. Pra mim o que seria melhor para adaptação de filme é que ele seja feito em animação, mas em alta resolução, com uma IA evoluída onde ela consiga passar todas as características e nuances do personagem, pois com pessoa acho muito dificil ela conseguir alcançar.


Como já comentei em outro momento esse anime é um dos meus favoritos, um dia eu vou comprar os mangás dele, pois amo a história de Fullmetal e já assisti inúmeras vezes os dois animes que têm, só me falta ler para incrementar mais ainda pontos que provavelmente o anime ou o Live-Action podem não ter explorado.

Fullmetal Alchemist acaba sempre me conquistando independente do seu formato, pois sua história consegue me alcançar e me tocar de tantas formas que pra mim acaba sendo mais uma forma de acompanhar uma história que apesar de doer na alma me faz suspirar apaixonada pela trama e pelos personagens.

Pelo que vi o pessoal não gosta da adaptação de Fullmetal Alchemist, contudo se for comparar com tantas outras adaptações que existem por ai ela não é ruim, que fique claro ela não é perfeita, mas também não é tão ruim assim. Para quem não conhece o mangá e anime é uma ótima opção de filme para assistir, pois a temática é bem instigante além de ser uma história emocionante de partir o coração ao mesmo tempo que deixa ele quentinho.

Se eu recomendo, sim... Para quem é fã e para quem ainda não conhece a história de Fullmetal Alchemist , assista, pois sei que vai amar o Live-Action.

Quantos corações mereceu:


Fullmetal Alchemist  -3ª com toda certeza merece o selo:

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

O que eu achei de: Fullmetal Alchemist 2 {Live-Action}

Ano produção: 2022
Dirigido por: Fumihiko Sori
Duração: 125 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Gênero: Ação, Aventura, Drama, Fantasia, Ficção Científica, Suspense, Thriller

Sinopse: Os s irmãos Elric encontram seu oponente mais difícil até agora - um assassino em série solitário com uma grande cicatriz na testa. Primeira parte da última adaptação live-action de ''Fullmetal Alchemist'', baseado no mangá homónimo de Arakawa Hiromu.

Minha opinião: Já comentei aqui sobre o primeiro filme e agora estou aqui para falar sobre o que eu achei da continuação. A principio pensei que seria só um, e quando esse apareceu no catálogo da Netflix é obvio que separei um tempo e já fui assisti ele.

Como já comentei em outro momento esse anime é um dos meus favoritos, um dia eu vou comprar os mangás dele, pois amo a história de Fullmetal e já assisti inúmeras vezes os dois animes que têm, só me falta ler para incrementar mais ainda pontos que provavelmente o anime ou o Live-Action podem não ter explorado.

E falando nesse motivo, as comparações que posso fazer é da adaptação em animação, pois o primeiro lá que é o mangá não posso comentar, comparar por não ter lido e com isso minha opinião vai diferir bastante de outras, pois vou falar apenas como expectadora do Live-Action e o que eu achei dele. E porque eu comentei isso? Pois vi alguns comentários criticando o filme e que alguns personagens falou mais personalidade, intensidade o que pra mim não aconteceu, pois eu gostei muito dos personagens, das atuações e das caracterizações deles que pra mim funcionou muito bem.


Lembrando que adaptar uma série animada, um mangá para um Live-Action nunca é a perfeição suprema, pois é complicado você alcançar com atores aquilo que se consegue com a animação.

Nesse segundo filme em a "Vingança de Scar" surge um assassino em série de alquimistas, que os mata com uma espécie de trovão que anula magia e desintegra matéria. De começo esse personagem misterioso apresenta um discurso religioso fundamentalista e considera herege todos que manipulam elementos. Com o tempo descobrimos que ele é o sobrevivente de um massacre sombrio que os alquimistas fizeram na nação de Ishval, uma população que mantinha seus próprios costumes e sua religião não aceitava os alquimistas.

Para além desse personagem que vai movimentar o filme todo conhecemos também Xing, quando um dos príncipes desse grande pais do leste aparece em busca da Pedra Filosofal.

Esse segundo filme é mais intenso e pesado que o primeiro, ainda mais por termos a presença de Scar que carrega um grande peso de pernas nas costas. (E que gatinho esse Scar).

Se eu recomendo, sim... Para quem é fã e para quem ainda não conhece a história de Fullmetal Alchemist , assista, pois sei que vai amar o Live-Action.

Quantos corações mereceu:


Fullmetal Alchemist  -2ª com toda certeza merece o selo:

quinta-feira, 1 de março de 2018

O que eu achei de: Fullmetal Alchemist 1 {Live-Action}

Ano produção: 2017
Dirigido por: Fumihiko SoriDuração: 135 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Sinopse: Escrito por Arakawa Hiromu, o mundo de "Fullmetal Alchemist" é baseado no período pós-Revolução Industrial europeu. Situado num universo ficcional em que a alquimia é uma das mais avançadas técnicas científicas conhecidas pelo homem, a trama acompanha a jornada de Edward e Alphonse Elric, que desejam restaurar os seus corpos após uma desastrosa tentativa de trazer a sua mãe falecida de volta à vida através da alquimia.

Minha Opinião:  Sou completamente apaixonada por essa história, já assisti o anime tanto o primeiro quanto a outra versão várias vezes, só me falta colecionar os mangás e claro que não podia deixar de assistir a esse live-action, pois Fullmetal Alchemist  é bom demais.

Comecei a assistir empolgada e graças aos deuses a empolgação continuou do começo ao fim. Gostei de como eles trouxeram a trama para esse formato, gostei da caracterização dos personagens, da escolha dos atores e da atuação dos mesmos. Não tenho o que reclamar de nada disso, pois achei muito fiel a animação. Edward e Alphonse ficaram perfeitos.


Sei que o pessoal reclamou da peruca, mas pra mim passou batido, pois o filme conseguiu me conquistar de uma forma que nem dei bola para esses pequenos errinhos.

Fullmetal Alchemist acaba sempre me conquistando independente do seu formato, pois sua história consegue me alcançar e me tocar de tantas formas que pra mim acaba sendo mais uma forma de acompanhar uma história que apesar de doer na alma me faz suspirar apaixonada pela trama e pelos personagens.

Esse primeiro filme, pois sim vão ter mais foi ótima não só para introduzir a história a quem não conhece, mas para dar continuidade nela, o que acaba se tornando um ótimo ponto. Acredito que como eu muitos fãs da animação e do mangá devem ter gostado muito desse Live-Action, pois ficou bom demais.


Lembrando que adaptar uma série animada, um mangá para um Live-Action nunca é a perfeição suprema, pois é complicado você alcançar com atores aquilo que se consegue com a animação.

Se eu recomendo, sim... Para quem é fã e para quem ainda não conhece a história de Fullmetal Alchemist , assista, pois sei que vai amar o Live-Action.

Quantos corações mereceu:


Fullmetal Alchemist  -1ª com toda certeza merece o selo:

segunda-feira, 6 de junho de 2016

O que eu achei de: Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos {Live-Action}

Ano produção:
  2016
Dirigido por: Duncan Jones
Duração: 123 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Sinopse: O reino pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar. Então, uma saga espetacular de poder e sacrifício começa, onde a guerra tem muitas faces, e todos lutam por algo.

Minha Opinião: esse era um dos filmes mais esperado por mim e acredito que por todos que amam o jogo tanto quanto eu. Assisti ele no cinema com meus dois primos que também são jogadores de World  of Warcraft.

Até fica suspeito falar desse filme, pois sou fã da franquia de jogos e jogadora desde Warcraft III jogo que antecede a franquia online que jogo até hoje.

Então para alguém que acompanha a história, sabe ela de trás pra frente joga com vários personagens até perder o número de quantos têm, acompanhar a adaptação é colocar mais em vida tudo aquilo que você ama, então pensei na felicidade, nos olhos brilhando da criatura aqui, o começo do filme, a música a ambientação fez o coração acelerar.

Gostei bastante do enredo do filme, a trama não ficou ruim e os personagens foram bem construídos, não é chato em nenhum momento, mas eu ainda esperava um pouquinho mais. Não odiei, mas os efeitos visuais poderiam ser melhores, pois eles deixaram um pouco a desejar, principalmente para quem é fã, mas para quem não conhece nada sobre Warcraft você acaba não ligando tanto pra isso, pois a história do filme te entretêm.

Para quem não conhece a história da franquia de jogos essa é uma oportunidade de conhecer através do filme.


Adaptar personagens de jogos para filmes não é fácil ainda mais personagens consagrados como da franquia de "World of Warcraft" que é um dos maiores MMORPG e que continua até hoje na ativa.

Vocês estão adaptando algo que a uma grande maioria massiva gosta pelo menos tente fazer o máximo possível de condizente com a história, o fracasso começa quando querem mudar o que já existe e já esta canonizado (lembrando que quando "fixo" pode significar algo que não se altera ou que é imutável).


Gostei de Anduin Lothar, Khadgar e até que Durota e Gul'Dan ficaram bons, têm outros personagens que também não ficaram tão ruim, mas outros eu torci o nariz, entendo que pro filme sair foi um bololo, mas poderia ser diferente se o ego de muita gente ai você o menor.

Então se forem fazer um Warcraft novo pelo amor de deus escute a base de fãs do jogo, contrate roteiristas que conheçam a história, porque se querem lucrar com a bilheteria, você precisam ser o máximo que conseguirem fiel com a história e não colocar firulas para agradar quem não conhece o jogo!!

Sei que têm muito jogador que odiou o filme e mesmo comentando e sabendo que o filme têm muitos pontos que poderia melhorar, principalmente na lore dele eu acabei gostando e muito dele, mas acho que isso vêm do amor que eu tenho pela história desse jogo. Enfim pra mim ele foi muito bom e em parte é meu favorito por ser Warcraft, mas eu amaria que um bom diretor pegasse a franquia e criasse uma boa adaptação em animação que funcionaria muito mais do que com pessoas, mas caso façam e acabem optando por outro "live-action" lembrem da base de fãs da franquia de jogos.

POR FIM, o que falar eu amo esse filme ele não é perfeito, mas ter um filme do seu jogo favorito é muito gratificante, bom poderia ser mais extenso e obvio que se tivesse uma trilogia seria melhor ainda, contudo não fez sucesso, mas mesmo assim eu amo esse filme!

Quantos corações mereceu:

O Primeiro Encontro de Dois Mundos com toda certeza merece o selo:

Importante!! Pessoal, caso encontrem links com defeitos, avisem por comentário ou pelo e-mail: angelicapinheiropereira@gmail.com, para que possamos arruma-los.