Título: How to Train Your Dragon (Original)
Ano produção: 2025
Dirigido por: Dean DeBlois
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos
Gênero: Aventura, Comédia, Drama, Família, Fantasia.
Sinopse: Soluço é um jovem viking que não tem capacidade para lutar contra os dragões, como é a tradição local. Sua vida muda quando ele ajuda um dragão que lhe mostra toda a verdade. Juntos, eles tentam provar que dragões e humanos podem ser amigos.
Minha opinião: Como fã que devorou os livros, maratonou as séries e conhece cada detalhe dos filmes, assistir ao live-action de Como Treinar o Seu Dragão (2025) foi um ato de devoção. Eu não assisti apenas por curiosidade; assisti porque amo esse universo e seus personagens, independentemente de ser uma história rotulada como infanto-juvenil. O filme é, tecnicamente, muito bom: é emocionante rever o primeiro encontro de Soluço e Banguela com o realismo que a tecnologia atual permite.
Porém, mesmo com todo o meu amor pela franquia, é impossível ignorar o elefante na sala. A sensação não é de nostalgia já que a animação original ainda é muito recente e perfeita, mas de uma repetição desnecessária. Tirei meia estrela justamente por isso: a indústria, seguindo a fórmula exaustiva que a Disney popularizou com seus remakes, parece ter medo de arriscar.
O filme entrega tudo o que um fã espera em termos de fidelidade, mas me deixou com um sentimento conflitante. Por mais que eu adore revisitar Berk, estou cansada de ver sucessos sendo regravados enquanto tantas histórias novas e incríveis aguardam uma chance. Eu fui ao cinema pelo meu carinho pela saga, mas saí dele com uma sede enorme do novo.
Veredito: O filme é excelente para quem, como eu, ama esse universo, mas serve como um alerta: já sabemos que essas histórias são boas, agora queremos que o cinema tenha a coragem de criar os clássicos de amanhã, em vez de apenas repintar os de ontem.
Selo de Leitura:






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